sábado, 15 de dezembro de 2012

Almanaque de dezembro de 2012 - 2ª edição nº 20





I -  Dezembro - 

Olá, pessoal!

Com certeza, a data mais marcante neste mês de dezembro é o Natal. O Natal é sinônimo de alegria, troca de presentes, mesa farta.  comemorações religiosas,  fraternidade, sempre contando com a presença do bom velhinho, o Papai Noel. Desejo  a todos um belo Natal!  Aproveito para agradecer e retribuir o carinho  e atenção.de sempre dos queridos amigos.
A arte acima foi feita pelo ilustrador Gilberto Marchi numa série de artes natalinas para a gráfica Interlitho de Colônia, Alemanha.
Beijos natalinos!!!
Regina Sormani
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II - Trovadores.com


A palavra escolhida para a trova de dezembro foi: LUZ





Nossa Senhora com dor,
São José foi buscar luz.
São José não é chegado,
Nasceu nosso Bom Jesus.

Marco Haurélio

( recolhido do folclore religioso)





"Quem vive neste planeta
Sempre carrega uma cruz.
Somos como borboleta,
Voando em busca da luz"

Laura Bergallo







A luz inunda meu ser...
O amor de Deus a conduz.
Possível àquele que crer,
No grande amor de Jesus!

Nilza Sormani





Quando a Estrela refulgiu
sobre as terras de Belém,
trouxe a luz e um desafio:
– espalhar o amor e o bem.

Nilza Azzi







Entre o vagido na gruta
e o gemido na cruz,
hiato de sombra e luta,
eterna busca de luz.

Angela Leite de Souza






Terra de liberdade,
Ceará foi o primeiro.
Trouxe luz e claridade,
Aboliu o cativeiro.

Fábia Terni






A busca da Luz é eterna!
É própria do ser humano...
Nossa vontade governa,
essa busca, ano a ano.

Regina Sormani

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III - Poesia


Eu, a meia e Papai Noel


Ouvi dizer que Papai Noel
pra todo mundo dá presente.
Todo mundo nada!
Nunca deu pra gente.

E olha que sempre pomos
pendurada na porta, a meia;
que nem todo mundo põe.
Mas, ela nunca amanheceu cheia.

Tá certo que é meia velha,
mas limpinha, sem chulé.
Nela, pomos os pedidos,
os desejos e muita fé.

Ouvi dizer também que a fé
tira até montanha do chão.
Mas, é só um presente que eu quero,
Papai-Noel,
não precisa tanta força, não!




Poesia da escritora  Eliana Martins

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IV- Pé de Meia Literário

Qual é a sua?


Conversa vai, conversa vem, dia dos professores, dias crianças, dia da leitura... fiquei pensando com meus botões sobre “leitores”. Nós, profissionais do livro e da leitura, estamos sempre falando de leitores, da sua formação, do seu comportamento. Vivemos uma época em que adoramos classificar pessoas. Pra não fugir da regra, e aproveitar esse breve momento de reflexão, segue abaixo uma listinha comportada com alguns tipos de leitor. Leia e tente enquadrar-se. Ou não.
Leitor diet: aquele que só gosta de livros até quarenta páginas, revistas cheias de ilustrações e textos com cinco mil caracteres, no máximo. Lê pouquíssimo, pois acredita cegamente que ler engorda a imaginaçao.
Leitor gelatina: aquele que não pega nada firme, escorrega, contorna. Está sempre perdido entre uma coisa e outra, entre isto ou aquilo, entre lá e cá, entre a prosa e a poesia.
Leitor obeso: lê tudo que cai na sua mão, de bula de remédio a folhetins de banca de jornal, passando por artigos científicos que descrevem as últimas descobertas da nanotecnologia. Devora tudo, sem perder tempo com apreciação de sabor, texto, formato. Peca por falta de crítica.
Leitor classe A: fino, delicado, inspirado. Escolhe o que vai ler, como quem escolhe o cardápio da festa de casamento. Quer ter os detalhes todos na mão. Tem rituais para a leitura. Acredita cegamente que a leitura purifica a alma. Odeia não-leitores.
Leitor desodorante: anda com um livro debaixo do braço. Todo dia, o dia todo. No fim do dia troca o livro. O sovaco e acabeça continuam inalterados.
Leitor anoxérico: passa fome de leitura. Sofre com isso. Mas não quer se tratar, pois pensa que essa é sua sina.
Leitor mix: lê muito e tudo. Gosta de misturar estilos, gêneros e temas. Não tem preconceito e lê literatura info-juvenil, literatura feminina, religiosa, biografias, ensaios, etc. Pensa que a quantidade leva à qualidade e a prática à perfeição.
Para encerrar esse teco de prosa de porta de biblioteca, fica aqui uma sugestão: “ se você não se encaixou em nenhum desses tipos, não se faça de recatado; pegue uma caneta e crie a sua lista, ou o seu tipo.”
Será que saber que tipo de leitor somos ou com que tipo de leitores lidamos resolve alguma coisa e ajuda a encher o nosso pé de meia literário? Não sei... mas fica aí o registro.




Edson Gabriel Garcia
(Escritor e Educador)

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V- Tiras

Pecezinho, o pequeno corrupto
(arte de Gilberto Marchi e argumentos de Regina Sormani)
" A arte imita a vida"

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VI - Arte 



Óleo sobre tela de Gilberto Marchi. Patos do quintal de Marina Andreotti Sormani em Agudos.


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VI- Ópera

Os Contos de Hoffmann


Cena final da récita da ópera encenada na Pinacoteca do Estado de São Paulo, no dia 13 de dezembro de 2012. Grupo da EMESP.

quarta-feira, 14 de novembro de 2012

almanaque de novembro de 2012 - 2ª edição nº 19



I - Novembro

Amigos!

Semana chuvosa aqui em Sampa. A água despenca sem dó em novembro, mas, nem por isso os pássaros desistem de procurar alimento para si e seus filhotes. Cedinho, minha amiga, a pequena sabiá Arrepiada, grita, me chamando, lá da área de serviço. Deixo, todos os dias, uma cumbuca pendurada na grade, com frutas picadinhas. Arrepiada e muitos outros pássaros frequentam minha casa. Sem cerimônia, entram pela cozinha, bicam migalhas no chão, voam pela sala, saindo pela janela, para desespero do Lion, nosso Labrador que acompanha tudo, latindo loucamente.É uma festa!!!!!
Temos o privilégio de ouvir a todo instante duetos de bem-te-vis e sabiás, com a interferência de um ou outro sanhaço. É maravilhoso.
Um bom novembro para todos.
Beijos da Regina Sormani

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II - Trovadores.com

A palavra de novembro é VIDA




  A vida é curta, vivamos!!!
 Mas, com bom senso também.
Tristezas, talvez tenhamos...
 Mas, sempre fazendo o bem!!!!

Nilza Sormani





Criei-os com tanto amor,
jamais pensei na partida.
Dificil lidar com a dor...
Afiinal, assim é a vida.

Fabia Terni




Aprendi coisas na vida
E uma é muito importante:
Após toda despedida,
Temos que seguir adiante.

Laura Bergallo.





O que pensamos ser vida
é o avesso do real,
e a ficção confundida
com eterno sonho mau?

Angela Leite de Souza





Já cansei de ver a vida
sempre no mesmo canal!
Hoje sou mais atrevida:
chega de ação parcial.


Nilza Azzi






Nas voltas que a vida dá,
Andei por vários caminhos.
Estive ali e acolá.
Colhi rosas...e espinhos.


Regina Sormani



Na pedra está a beleza,
Só lá dentro escondida.
O artista, com certeza,

É quem vai lhe dar a vida.

Maria Luiza Campos

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III - POESIA




O Ovo Azul da Galinha Rosa


O galo, muito afinado,
Cocoricou no terreiro.
A galinhada fez coro,
 no fundo do galinheiro:

- A Rosa botou um ovo!
- A Rosa botou um ovo!

Sendo parceiro da dama,
Pensou em fazer festança,
Anunciando o evento
Para toda a vizinhança.

- Não fez mais que a obrigação.
- Foi a sua salvação.
Já estava ficando velha.
- Ia mesmo pra panela -
Cacarejou a Amarela.

- Vejam só!  - exclamou a Carijó. -
Um ovo azul! Será real?
Até parece pintado...
Vai ver é falsificado.

O marreco, sossegado,
Com seu andar engraçado,
Também deu opinião.
Ao ver o ovo azulzinho,
Declarou, todo espertinho:
- Não sei não, hein, não sei não!

Franga branca, despeitada,
Até quis bicar o ovo.
Mas, levou muita pernada,
Só pra não tentar de novo.

-Não sei pra que tudo isso,
Pra que tanto rebuliço?
Acho que aí tem mutreta -
Resmungou a franga Preta,
Invejosa e xereta.

Galinha Rosa, assustada,
Não aguentou a emoção.
Declarou à galinhada:
- Vou parar a produção.

A turma do deixa-disso
Foi logo entrando em ação:
- Cocodeco, que que é isso?
Não vá dormir em serviço.
É intriga da oposição.


Parte do meu livro O OVO AZUL DA GALINHA ROSA publicado pela Paulus editora, com ilustrações do Marchi

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IV -  LITERATURA INFANTIL




PORQUE A LITERATURA INFANTIL É IMPORTANTE EM MINHA
VIDA

Acostumei-me a pensar, escrever e falar sobre a importância da
Literatura Infantil para os outros. Na perspectiva de convencer de
que é bom e necessário formar novos leitores. Com uma experiência
bastante prolongada nesse tema, sempre foi fácil enumerar razões
para convencer pais, educadores e leitores mirins de que ler livros de
literatura infantil é bom, é importante, faz bem para isso e para aquilo.
Hoje, exatamente agora, inverti a orem das coisas e me pus a pensar
– e escrever – sobre a importância da literatura infantil em minha vida.
Continuo pai e educador, mas estou muito longe de ser um garoto. No
entanto, a literatura infantil continua forte presença em minha vida. Por
diversas razões.
A primeira razão, a mais imediata e prática de todas, é a razão
profissional. Escrevo para crianças, indico livros para crianças,
analiso, leio e comento livros para crianças e isso me faz, por força
da profissão, acompanhar mais ou menos de perto o movimento
literário do que se escreve para crianças. Autores consagrados, jovens
revelações, autores estrangeiros, na medida do possível passeio por
essa larga produção editorial. É quase impossível, penso, estabelecer
uma classificação, uma corrente literária, ou uma tendência literária,
tantos são os títulos, os temas, os modos de se abordar e se escrever
e se ilustrar. Não há limite para a riqueza da criação literária feita
para a criança. Creio que é o filão literário mais rico, mais amplo,
mais profundo. Neste sentido, ler o que se escreve e é publicado para
crianças, atualmente, é um imenso estímulo para quem escreve. Há
de tudo e muita, muita, coisa boa. Não é à toa que o primeiro conselho
que dou para quem me procura ou me pergunta o que fazer para
escrever e publicar um livro para crianças é o seguinte: leia tudo que
puder, antes de pensar em publicar.
Outra razão, essa curiosa, até porque nem saberia como fazer e para
que fazer, é a vã tentativa de refletir sobre um “possível estatuto da
literatura infantil”. Se você, meu caro leitor, não entendeu o que eu
quis dizer com isso, acalme-se pois me apresso a explicar. O que é
literatura infantil? A resposta a esta pergunta, explicaria essa minha
intenção de refletir sobre um “estatuto da literatura infantil”. O que
cabe nesse estatuto? Não sei. Ou melhor, sei pouco. E uma das
coisas que sei, que aprendi na minha prática de educador fazedor
de outros leitores é que não cabe no “estatuto da literatura infantil”
aquela literatura bem feita, caprichada, cheia de metáforas belíssimas,
mas que no fundo diz respeito a crianças adultas que moram nos
adultos. Mais ou menos o seguinte: escritos que os adultos adoram,
com referências que os adultos entendem e gostam, mas que as
crianças não entram na leitura. O que mais cabe nessa reflexão: até
onde se limitam e se integram o texto e a ilustração? O texto sem
palavras, só de imagens, é um texto literário? Faixas etárias para
enquadramento de livros é uma boa? Qual é o limite da literariedade
de um texto? Textos para crianças devem ter uma preocupação maior
com o conteúdo? Quem tem razão nesta discussão atualíssima sobre
o preconceito exposto na obra de Lobato? Embora não tenha resposta
para essas perguntas, sempre que leio ou escrevo me vem à cabeça
essa reflexão: isto é literatura infantil? Se é, é por quê?
A literatura infantil é parte importante de minha vida por uma outra
razão gostosa, mais do que racional: gosto de ler ( e descobrir por
conta própria) os bons textos. Aqueles que me fazem rir e pensar.
Fazer rir é uma tarefa difícil, em qualquer arte, pois combina o
cotidiano com o olhar inusitado e com a visão do ridículo. Fazer
pensar é também difícil, principalmente aquele pensar que nunca
antes foi pensado. Pensar o que pensa todo mundo é mais fácil.
Pensar o que poucos pensam é mais difícil, muito mais. Por exemplo,
em épocas idas, pensar sobre os papéis femininos, quando quase
ninguém pensava isso e pouco se escrevia sobre isso. Muito menos
para criança. Aí surge um texto literário escrito para as crianças,
que faz as crianças rirem e pensarem, que faz adultos leitores
pensarem sobre o assunto. Mais do que compêndios sociológicos,
antropológicos ou pedagógicos. O texto abrindo gavetinhas da alma
humana antes fechadas.
Também reputo importância à literatura infantil em minha vida por uma
razão especial: a liberdade temática e formal. Escrever para crianças
permite aos bons escritores uma liberdade consentida e pactuada
de navegar por temas e formas antes não navegadas. Navegar é
preciso; escrever para crianças não é preciso ( no verdadeiro sentido
do ser preciso, ser exato). Não há precisão no escrever para crianças.
A provável liberdade de aceitação do leitor mirim deixa o escritor à
vontade para navegar em todos os mares e é nessa incerteza de onde
pousar sua pena que permite o risco, a ousadia, a criação fora dos
eixos, a invenção delicada. Mais do que escrever para adultos, estes
mais severos e seguros em suas aprendizagens de leitor, escrever
para crianças é não ter amarras, portos seguros, cais e âncoras
firmes.
Além dessas razões anteriormente expostas, espero que convincentes
para o precavido leitor, a importância da literatura infantil em minha
vida se fez forte marcante, sobretudo porque foi nessas águas que
aprendi (ou descobri) que ler nunca foi, não é e nunca será uma
questão de hábito. Ler, literatura infantil e outras coisas mais, é uma
questão de gostosuras, de prazeres. Que se apresentam na forma
de descobertas, de possibilidades, de rebeldias, de remontagens,
de outros olhares, de cotejamentos, de alternativas. Enfim, essas
coisinhas quase sem importância que fazem tanta diferença em
nossas vidas.

EDSON GABRIEL GARCIA
(Escritor e Educador)

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V - Flores, sempre flores!!!!



Primaveras da chácara vizinha


Esta é minha!


O delicado amaryllis


Meu pé de manacá



Pata de vaca branca. Que perfume!!!!!

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VI - Pecezinho, o pequeno corrupto

No Museu

Banho da fortuna 
(inspirado no filme Quem quer ser um milionário?)

Pastor
Pecezinho, o pequeno corrupto é uma criação do ilustrador Gilberto Marchi em parceria com a escritora Regina Sormani

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VII -  CONVITE



Gente querida!

Dia 21 de novembro às 20hs, estarei na acolhedora cidade de Jaú, ESPAÇO UNIÃO,  Livraria e Café, no Shopping Jaú para UMA NOITE DE AUTÓGRAFOS do meu livro POESIAS A GRANEL e outros livros.
Quem estiver na região, apareça para um abraço e um delicioso cafezinho. 
Regina Sormani

sábado, 13 de outubro de 2012

Almanaque de outubro de 2012 - 2ª edição nº 18

I -  Chegou outubro e ainda é primavera




Viva o Professor! Viva a Criança! Viva a beleza das flores que enfeitam nossa querida Sampa! Fotografei estas maravilhas no Parque do Ibirapuera

















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II - Dica Legal pra passar adiante

Passear pelo parque Villa-Lobos, em São Paulo, no último domingo de cada mês, pode ser uma boa oportunidade para encontrar Erico Veríssimo, Rachel de Queiroz e até o argentino Jorge Luís Borges em algum banco do parque, noticia Andressa Taffarel, da Folha de S.Paulo. É que nessas datas, livros desses e de muitos outros escritores aguardam para ser "adotados" por quem passa pelo lugar. Doadas por frequentadores do parque da zona oeste de São Paulo, as obras podem ser lidas ali mesmo ou então levadas para casa. Mas "o compromisso é 'libertar o livro' de novo: no próprio parque um outro dia, em lugar público, ou passar para um vizinho", diz Lúcia Manzochi, uma das responsáveis pelo programa Livro de Rua, que existe desde abril do ano passado. Se você também gostou da ideia, espalhe por aí.
Revista do Observatório do livro e da leitura de out. de 2012

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III- Trovadores.com


Durante o mês de outubro, o Almanaque está homenageando a criança. CRIANÇA foi a palavra escolhida para as trovas.
Uma nova trovadora juntou-se ao grupo, a escritora Laura Bergallo, minha querida e talentosa amiga  que escreveu os versos abaixo.



Minha amiga Regina
Convidou-me a fazer trovas.
O que ela nem imagina
É que adoro coisas novas.


Por isso, aceito o convite
De fazer versos mensais.
Embora tenha o palpite
De que acabem anuais.


É que meu tempo está curto
Minha casa está em obras.
Estou quase tendo um surto
De tanto fazer manobras.


Mas, criança é um tema lindo.
Por isso, em poucos minutos,
Eu posso escrever sorrindo,
Uns versos bem diminutos.


Viva o Dia da Criança
Que outubro comemora!
E que nos traz esperança,
De uma eterna nova aurora.
Laura Bergallo





Num sorriso de criança
a beleza se condensa
e a vida singela avança,
sem cobrar a recompensa.
Nilza Azzi





Invento etimologia
para a palavra criança.
Acho que só poderia
ser: criar mais esperança!
Angela Leite de Souza




Toda criança é semente.
Precisa ser adubada!.
Para crescer consciente 
E nunca ser explorada.
Nilza Sormani



Há quem busque inspiração
No sonho de muita gente:
Lá dentro do coração,
Ser criança novamente!
Regina Sormani

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IV - Feira Literária em Agudos




 Meus queridos!

Do dia 22 a 26 de outubro vai acontecer a Feira do Livro de Agudos. 
Meu dia será 23, terça. Agudos é uma linda e acolhedora cidade que fica no interior do estado, perto de Bauru. Autógrafos, oficinas, artesanato local, muita coisa boa vai acontecer. Espero vocês lá.

Um beijo da Regina.

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V - Arte


Tela a óleo  com mangas Bourbon, pintada
por Gilberto Marchi.

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VI- Poesia


Mangueira jovem

A mangueira está florida!
O que será que vai dar?
Palmer, Haden ou manga espada.
Essa fruta deliciosa,
É de muitos, preferida.
Ubá, coquinho ou manga-rosa.
Redonda, fina ou alongada.
Macia, suculenta ou fibrosa.
Amarelinha ou rosada.
Manga é sempre saborosa!
O que será que vai dar?
O remédio é esperar.

Do livro POESIAS A GRANEL, poesias para colorir de autoria de Regina Sormani em parceria com Marciano Vasques. Ilustrações de Marchi.