domingo, 14 de abril de 2013

Almanaque de abril de 2013 - 2ª edição - nº 24

I - Livro novo chegando!

Olá, meu povo! É com grande alegria que comunico a todos que  meu livro juvenil MUNDO PELO CONTRÁRIO ficou pronto.
É uma aventura, onde a ficção se mistura com a realidade.
A capa e o miolo são do Marchi. A revisão foi feita pela minha amada sobrinha dra Marisa Sormani.
Já estamos organizando o lançamento. Assim que a data for marcada, avisaremos. 
Um enorme  beijo,
Regina Sormani








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II - Trovadores.com



Neste mês de abril, uma nova trovadora juntou-se ao grupo:
Maria Bergallo, mãe da nossa querida colega Laura Bergallo.
Maria tem 81 anos, três filhos e seis netos. Mora no Flamengo, na cidade do Rio de Janeiro. Gosta de cinema e teatro e procura estar em dia com as novidades do mundo moderno.






O prazer de versejar,
Dá sabor e alegria.
Posso me apresentar?
O meu nome é Maria.

Maria Bergallo




Comida deliciosa,
Com sabor de quero mais. 
De minha mãe caprichosa. 
Não esquecerei jamais!.... 

Nilza Sormani




A vida só tem sabor

se vivida plenamente,
sem medo, seja o que for,
faça a prova, experimente. 

Nilza Azzi
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Para a vida ter sabor
É preciso ter em mente
Que viver com bom-humor
É atitude inteligente.

Laura Bergallo




Para à vida dar sabor
saiba usar os temperos:
muitas pitadas de amor
e nada de desespero.

Angela Leite




Você prefere a pitanga,
De sabor original?
Eu, já prefiro a manga,
Colhida no meu quintal.

Regina Sormani







Entre o saber e o sabor,
Se pedem para escolher,
Já se cria um dissabor:
Sem sabor não há saber.


Marco Haurélio



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III - Ilustração





Arte realizada pelo Marchi para a rede Fifties de lanchonetes.
A técnica utilizada foi guache sobre papel Fabriano.

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IV- Escultura

O ilustrador Gilberto Marchi, visitou o atelier do grande escultor Cícero D´Ávila. Cícero tem seu estúdio no bairro de Vila Mariana, em São Paulo, onde realiza obras em mármore de Carrara, entre elas a de Madre Tereza de Calcutá. Suas obras são de grande beleza e Cícero ficará entre os grandes nomes da história da escultura mundial. 












domingo, 17 de março de 2013

Almanaque de março de 2013 - 2ª edição, nº23


 I - Jorge e Francisco



Jorge, conforme diz a letra da música tema da novela das nove, "veio lá da Capadócia" e Francisco, o novo papa, vindo da Argentina, chegou ao Vaticano.

Por enquanto, Jorge, o guerreiro, pouco ou nada tem feito para salvar a pele da heroína da novela, a valente e sofredora Morena. E, Jorge, no seu cavalo branco, jamais apareceu para livrar as pobres meninas traficadas que vivem amontoadas no depósito daquela  boate em Istambul. Muita gente tem cobrado da autora, Gloria Perez, o motivo do nome Salve Jorge.. 

De acordo com o noticiário televisivo Gloria teria declarado que,  Jorge é o nome de batismo do papa Francisco e tal fato já seria motivo suficiente para que a novela se chamasse Salve Jorge.

Entenderam? Confesso que não entendi.

Em todo caso, já que o assunto envolve novela, lembrei-me  de uma outra, de autoria da saudosa  Janete Clair, cuja música tema dizia: "Irmãos é preciso coragem!"

E termino, em nome de todos os telespectadores, com o seguinte pedido:

Jorge e Francisco, rogai por nós!



Beijo grande da Regina Sormani

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II - A dupla formação do educador: leitor e mediador

Quem acha que a vida é moleza, espie um pouco essa dupla mão da estrada do educador envolvido em ensinar seus alunos a gostarem de ler. Ao mesmo tempo em que vai se firmando como leitor, aprende e repassa o que aprendeu para formar outros leitores. Uma estrada de mão dupla: de um lado caminha o leitor e do outro lado caminha o mediador. Aprendendo a ler, o educador vai se fazendo leitor; descobrindo os caminhos da mediação, vai se fazendo um mediador.

Como leitor, o educador vai acumulando experiência de saborear textos, de encontrar saberes guardados, de lidar com o desejo e com a escolha. Sobretudo, o educador vai se fazendo leitor descobrindo o convite ao prazer da aprendizagem que todo texto faz.

Como mediador, o educador vai encontrando caminhos, formas e jeitos de se colocar entre o leitor aprendiz e o texto. Primeiro, bem perto, bem próximo, quase no meio, entre o leitor e o texto, de forma a sentir a respiração do aprendiz em seus contatos com o texto. Depois, ligeiramente mais distante, mas ainda quase ao lado, ouvindo o compasso dos olhos do leitor aprendiz. Finalmente, distante, ausente, mas ainda próximo, acompanha a precisão do tato na escolha feita pelo leitor, agora mais do que um aprendiz, do próprio caminho no diálogo com o texto.

A vida é assim: a gente aprende e ensina. Aprende com quem já sabe um pouco e ensina quem sabe outro pouco. Aprende com o colega educador do lado, com o recado no mural, com a página marcada do texto lido antes por alguém, aprende com o jogo de olhares dos aprendizes. E aprende consigo próprio. Além de aprender, o educador, leitor e mediador, ensina quem sabe pouco e quem sabe muito. Sabendo pouco ou muito, sempre há espaço para aprender com alguém por perto. Quem ainda não percebeu essa condição da vida, precisa pensar sobre isso. Rapidamente. Quem acha que sabe tudo, sabe pouco. Quem acha que sabe pouco, está pronto para aprender muito. E vai descobrindo, aprendendo, prestando atenção, ensinando, tomando cuidado. De repente pensa que está aprendendo, mas está mesmo é ensinando. E quando pensa que está ensinando, ah! está mesmo é aprendendo.

Aprender e ensinar. Ser leitor e mediador ao mesmo tempo solicita ao educador carinho pelo texto, olhar de curiosidade, persistência e paciência na acomodação constante dos novos sentidos. Solicita ouvidos atentos para a diversidade e pluralidade e demanda amorosidade na dose certa para acompanhar perguntas, dúvidas e indecisões.

Para encerrar esse dedo de prosa, fica um mote para você refletir, na esteira do pensamento pra lá de conhecido de Guimarães Rosa, que escreveu e disse, por entre sertões e veredas “mestre não é quem sempre ensina, mas quem de repente aprende”: educador mesmo é aquele que se faz leitor e se dispõe à mediação.

Assim, assim, educadores vão se fazendo mediadores e leitores e enchendo nosso pé de meia literário com seu trabalho nas escolas do nosso país.





EDSON GABRIEL GARCIA - escritor e educador-


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III - Trovadores.com



A palavra de março é LUZ.






Só peço que a luz suprema
Que brilhou forte na cruz.
Conceda a este poema,
Uma fagulha de luz.


Marco Haurélio





De onde vem aquela Luz,
tão linda a nos encantar? 
Vem do céu, vem de Jesus 
.que morreu pra nos salvar!!! 

Nilza Sormani


Quando me virei pro sol
E me inundei de luz
Me senti um girassol
E esta trovinha compus

Laura Bergallo





Se nem tudo que reluz
é ouro puro e amarelo,
o amor é sempre uma luz,
um perfeito e puro anelo.

Nilza Azzi




Luz estelar que nos guia.
Luz que acorda a humanidade.
Luz da sabedoria.
Luz da vida, da verdade.

Regina Sormani




Sempre à procura de luz
tonta mariposa tomba
e adormece na sombra
do abajur que seduz.

Angela Leite




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IV - Arte


 O Coelho e a Tartaruga 

Arte inédita feita pelo ilustrador Gilberto Marchi, em lápis de cor SUPRACOLOR para empresa aérea AVIANCA.


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V - Páscoa

Um dos meus livros, QUEM TEM MEDO DO PORÃO, publicado pela Cortez, e baseado em fatos reais da minha infância, conta os apuros passados por uma turma de amigos dentro de um porão completamente às escuras. A única iluminação vinha de uma velha lanterna. A Páscoa estava chegando e o pessoal tinha resolvido entrar no porão  para procurar ovos de chocolate que ali estariam escondidos...
Sim, encontramos alguns ovos, mas, de galinha mesmo. Depois que tudo passou, rimos muito, mas, lá dentro todos nós ficamos com muito medo, pois a imaginação nos pregou várias peças. Ilustrações do Marchi.

FELIZ PÁSCOA!!!!





sábado, 16 de fevereiro de 2013

Almanaque de fevereiro de 2013- 2ª edição nº 22 -


I - Qual é sua marchinha preferida?


Olá, minha gente!!!!

A maioria das pessoas com quem conversei tem na ponta da língua a sua marchinha do coração.
Desde muito pequena, lá na querida Agudos, minha mãe me levava para assistir  e dar meus pulinhos durante as tardes de Carnaval Infantil, no saudoso e inesquecível Agudos Tênis Club. Nessa foto, faço pose com minha linda fantasia de Bailarina Russa que me rendeu um honroso primeiro lugar no concurso de fantasias infantis.
Nessa época, aprendi a gostar de ouvir e  de cantarolar as marchinhas de carnaval. Minha favorita era Chiquita Bacana. Minha mãe, dona Marina, toda orgulhosa chegou a me levar até a rádio local e eu, na maior inocência e descontração cantei e repeti a tal marchinha. Acreditem, foi um sucesso.  Bons tempos!!! 
Bjs mil,
Regina Sormani

Chiquita Bacana

( Braguinha e Alberto Ribeiro)

Chiquita Bacana lá da Martinica
Se veste com uma
Casca de banana nanica.

Não usa vestido, não usa calção;
Inverno pra ela é pleno verão.
Existencialista (com toda razão!),
Só faz o que manda o seu coração.



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II -  Trovadores.com

A palavra do mês de fevereiro é FESTA




Só de passagem te vejo,
pra mim é sempre uma festa.
Satisfazendo o desejo,
mesmo de forma modesta.

Fabia Terni



Dançam através da fresta
grãos de poeira dourada.
Porém, para essa festa
quando serei convidada?

Angela Leite de Souza




Comemorar a alegria,
desta festa popular...
Carnaval é só folia, 
não vale a pena chorar!!!

Nilza Sormani




"Mesmo com todas as dores
Que fazem franzir a testa
Sempre restam os amores 
Transformando a vida em festa". 


Laura Bergallo.



Há quem adore essa festa.
Carnaval, é bom brincar! 
Mas, ela é indigesta, 
eufórica e secular.



Nilza Azzi




Quem pensa que a vida é festa,
passa longe da verdade.
A vida se manifesta
vivenciando a realidade.

Regina Sormani


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III - Ai! Que medo!


A casa tinha uma espécie de porão, ao qual se chegava por uma portinhola situada logo acima do piso acimentado onde a residência se erguia. Como esta portinha não tinha mais do que sessenta centímetros de altura, nenhum adulto se atreveria a tentar passar por ela. Já as crianças... não só foram explorar o tipo de porão, como também o elegeram “Clube da Cambada”. Era lá que se faziam as reuniões da turma quando o assunto era “Proibido para maiores”.
Havia regras restritas para o uso do clube: nada de estranhos, nada de adultos; só se podia entrar quando não houvesse olheiros por perto; a porta tinha que ser mantida fechada, só sendo aberta exclusivamente para permitir a entrada ou a saída dos sócios.
- Mas como seria possível respirar lá dentro?
Na fachada da casa, à altura do chão, havia uma grade de 30 por 40 centímetros, que permitia uma entrada parcimoniosa de ar...Por isto, dependendo do número de presentes, as reuniões só podiam durar, no máximo, de vinte a trinta minutos, a menos que se deixasse a portinha entreaberta, o que já se sabe que era proibido... (repararam no “exclusivamente” do segundo parágrafo?).
Conseguiram levar para o Clube um caixote que servia de mesa, meia dúzia de tijolos que viraram assentos, uma vela, uma caixa de fósforos e dois pares de semáforas. Todos os sócios aprenderam a linguagem semafórica e assim passavam mensagens, como os escoteiros quando se comunicam à distância.
O problema se deu quando um dos sócios esqueceu de fechar a portinha, quando saiu do clube. A princípio, ninguém notou nada, mas, quando a ninhada nasceu, o primeiro que entrou no clube no início da noite, ouviu uns ruídos indefinidos. Ele tinha ido buscar o Manual do Escoteiro, pois não tinha ainda decorado o alfabeto de semáforas.
Na escuridão do porão, qualquer ruído tomava proporções assustadoras. Com o medo que deu nele, não encontrou a caixa de fósforos e acabou dando o grito fatídico:
- Ai! Que medo! 
Foi o bastante para a gata, que estava tentando acomodar seus cinco filhotes no vão da grade de respiro do clube, assustada, passar pelas pernas do não menos assustado sócio. 
O menino saiu apavorado do porão, espalhando por toda a redondeza, que tinha sentido a presença de um fantasma no Clube.
Adeus Clube da Cambada, agora proibido para maiores e... para menores. Só ficou dele uma vaga lembrança na memória de quem o frequentou...

Mariluiza Campos



A escritora Mariluiza Campos é associada da AEILIJ paulista


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IV- Teatro  de Bonecos



Teatro de bonecos "O  Ovo Azul da Galinha Rosa" do meu livro publicado pela Paulus
 no Espaço Ridell


Contadora de histórias Nice Lopes  e eu na agradável companhia dos  pequenos leitores durante a Bienal do Livro. Estande da Cortez


Autografando na Bienal. Estande da Cortez



Nice interpretando a personagem Tonha do meu livro" Quem tem medo do porão"? da Cortez



Nice. a Borboleta Bela e o sapinho Quico na peça infantil "A Borboleta Bela e a Rosa Amarela" do livro das Paulinas. Escola Roberto Norio.


"A Borboleta Bela e a Rosa Amarela" na Biblioteca Chácara do Castelo
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V- Poesia


A bailarina


Esta menina
tão pequenina
quer ser bailarina.

Não conhece nem dó nem ré
mas sabe ficar na ponta do pé.

Não conhece nem mi nem fá
Mas inclina o corpo para cá e para lá.

Não conhece nem lá nem si,
mas fecha os olhos e sorri.

Roda, roda, roda, com os bracinhos no ar
e não fica tonta nem sai do lugar.

Põe no cabelo uma estrela e um véu
e diz que caiu do céu.

Esta menina
tão pequenina
quer ser bailarina.

Mas depois esquece todas as danças,
e também quer dormir como as outras crianças.

Cecilia Meireles




terça-feira, 15 de janeiro de 2013

Almanaque de janeiro de 2013 - 2ª edição nº 21 -

I - Janeiro, aniversário de Sampa






Nossa querida cidade comemora 459 anos  no dia 25 de janeiro em meio a muitas bikes. É visível o aumento do número de ciclistas circulando pelos parques e pelas ruas, dentro e fora das faixas permitidas. Isso é bom, porém, é necessário um melhor planejamento de espaço para os ciclistas e melhores condições de segurança  para circular  no trânsito paulistano. Os bicicletários do metrô, também precisam de uma dose maior de organização.O evento World Bike Tour será realizado no dia 25 de janeiro de 2013, às 09h, iniciando na ponte Octávio Frias de Oliveira (Ponte Estaiada) e terminando na Cidade Universitária – USP.
Guardo, com carinho, uma  bicicleta  Monark Dobramatic  (raridade)  cor vermelha, de muitos, muitos anos atrás.  Compartilho com vocês, queridos leitores, a foto dessa "máquina possante"! 

Parabéns São Paulo! Boas pedaladas em 2013.


Beijos da Regina Sormani







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II -  Trovadores.com




A palavra escolhida para a trova de janeiro foi: ATITUDE




Preciso que Deus me ajude
a ser bem mais prevenida;
uma importante atitude
pode mudar uma vida.

Nilza Azzi



Gente que tem atitude
Com a vida se diverte
Na velhice ou juventude
Nunca permanece inerte

Laura Bergallo


Ter atitude é preciso
para se viver feliz.
Ter sempre muito juízo,
mas, ser eterno aprendiz.

Nilza Sormani



Honestidade é virtude
que já virou raridade.
É preciso atitude,
pra ser gente, de verdade!

Regina Sormani


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Pepa, a gata que queria ser gente

Editora Edicon



Autora: Maria Aparecida de Mello Calandra


O argumento vem do cotidiano: uma família, os bichos que fazem parte dela, a vida no litoral e a súbita mudança para o interior. Animais de diferentes espécies convivem em harmonia e Penélope, a gata da casa, teria tudo para sentir-se feliz. Mas, quem sabe por causa da mudança, que os gatos detestam; talvez por ser tão sonhadora, animal da noite, da Lua e das estrelas, Pepa não está feliz e quer mesmo é virar gente. Esse é o grande sonho que persegue, mais almejado a partir do momento em que conhece Éric.

Esse é o pretexto narrativo qua a autora usa para falar sobre a vida em comunidade, inclusão, trabalho e responsabilidades, adaptabilidade, sociabilização, desigualdade social, drogas, prostituição, aliciamento de menores, amor, cooperação, altruísmo e preservação ambiental, de forma mais evidente. Há outros aspectos mais sutis como a questão da escolha entre dois caminhos (aquele dos outros sempre parece mais florido) e a reflexão sobre a própria escolha; a oportunidade de aprender com a experiência...

Eu li esse livro e gostei muito, mas por quê? Simplesmente porque tudo isso é relatado de maneira tão natural, tão real, mas, ao mesmo tempo com uma linguagem leve e poética, bem cuidada e sem mistérios e isso me encantou, assim como imagino que encantará os pequenos leitores.

Texto comentado pela escritora Nilza Azzi
nilzaazzi@gmail.com



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IV - Palavras da Cléo



Escritora Cléo Busatto




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 V - Arte



Capa do livro de Regina Sormani "Uma história do outro mundo," publicado pela Cortez com ilustrações de Gilberto Marchi

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VI - Poesia

Esta poesia faz parte do  meu livro para colorir : POESIAS A GRANEL Este livro foi escrito em parceria com Marciano Vasques. Ilustrações de Gilberto Marchi.





Pedalinhos

Coloridos pedalinhos.
Divertidos pedaleiros.
Nas águas mansas do lago,
vão lentos, ou vão ligeiros.

Os alegres marinheiros,
são piratas perigosos.
E as calmas águas do lago,
viram mares tenebrosos.

Pedalando os pedalinhos
seguem os aventureiros.
Singrando novos caminhos
conquistam mundos inteiros.

Regina Sormani


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VII -  Férias e Lazer


O Parque da Aclimação é um dos lugares mais procurados durante o período de férias.

Crianças, jovens e adultos podem curtir à vontade os aparelhos e a natureza.

É uma delícia descansar olhando o lago e caminhar pelo parque.

Aproveitem!!!! Boas férias!